quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Hotel Beau-Rivage, Lausanne, Suíça


As águas calmas do Lac Léman são um convite para passeios de pedalinho.

Lausanne é uma cidade relativamente pequena. Cheia de altos e baixos, com uma parte antiguinha que é um charme. E´ também uma cidade universitária. Muitos jovens  perambulam por lá. Por outro lado, a turistada costuma se aglomerar ( principalmente nos meses quentes) 
 na parte baixa, que é também o ponto mais lúdico, o Quai d ´Ouchy. Esse lugar é a varanda de onde você  pode admirar quase toda a extensão do Lac Léman, um cartão postal clássico que é conhecido no mundo inteiro. Caminha-se por um boulevard magnífico de  1km de extensão, ladeado por árvores, parques, mansões e, para quem desconhece, é lá que fica o Museu Olímpico.

detalhe da arquitetura antiga

 Nos domingos, é quase programa obrigatório descer até o cais para passear com a família, seja a pé, de bicicleta, de patins, ou ainda alugar um pedalinho e se divertir algumas horas explorando as águas plácidas do Léman. Muitos veleiros também aproveitam dias com com mais vento para atravessar e chegar até a França, que fica bem em frente.

 

Um parque gigantesco, com gramados, é outra atração que fica do outro lado do calçadão. Muita gente aproveita os dias amenos para fazer piquenique, jogar bola ou simplesmente relaxar diante de uma vista espetacular: a cadeia de montanhas, quase sempre encapuzados com neve, despontam no horizonte com nitidez, sempre que o tempo está bom.


Almoço nos terraços dos restaurantes é al fresco
Vários restaurantes estão ao alcance da mão, sempre com o belo panorama diante dos olhos. Nos terraços, a clientela se apinha e sempre é recomendável fazer reserva para não ficar sem mesa. Naquela região turística, o horário severo que impera na Suíça ( almoço de 12 às 14hs) fica bem mais flexível e ainda é possível conseguir uma restauração quente até umas três da tarde. Mas, não abuse senão vai acabar comendo um croque-monsieur ao invés de uma boa refeição.

Durante os meses de verão,até mesmo final de setembro, os dias são bem longos e dá pra aproveitar a luz até depois das oito da noite. A temperatura também se mantém agradabilíssima e só a partir de outubro você deve se prevenir e levar um agasalho leve pra se proteger. Muita gente também vai explorar a marina que abriga dezenas de veleiros de pequeno porte, e se estiver muito quente acaba se molhando nos esguichos que ornamentam o calçadão.



Nos finais de semana, há muitos chamarizes como barracas para se comprar bugigangas ou experimentar iguarias helvéticas, ou mesmo show de música. Tem todo um calendário de eventos para animar o local e atrair visitantes. Em outubro, por exemplo, durante as férias escolares, é realizada a Semana Olímpica e todo o trajeto está fechado para a circulação de automóveis.
E, falando em carro, é bom salientar que Lausanne certamente não é uma cidade onde você quer dirigir. Por uma única razão: a coisa mais difícil é encontrar uma vaga pra estacionar, principalmente nesta região à beira-lago. Preferível andar de trolleybus, um meio de transporte silencioso, rápido e eficiente. Se você tiver muita disposição, pode subir e descer as ladeiras que separam Ouchy do centro, onde também e vetada a circulação de carros nas ruelas estreitas que configuram o charmoso centre-ville.

O skyline da parte antiga e histórica, muito frequentada pelos turistas e cheia de atrativos



O monumental Beau Rivage desponta majestoso
O Hotel Beau Rivage, um ícone de extremo luxo que se debruça sobre o lago, foi construído em 1861 e servia de apoio aos banhistas. Hoje, é um dos estabelecimentos mais estrelados da Europa e uma referencia hoteleira internacional.  Celebridades sempre se hospedaram e continuam frequentando o hotel, o que ocasionalmente deixa alguns paparazzi de plantão. Os seus restaurantes, muito conceituados, são também bastante frequentados. Mas, prepare o cartão, pois uma simples tulipa de chope pode custar até 9 francos, ou seja, quase 30 reais!!
  



Embora o centro histórico de Lausanne seja um bairro encantador, com belas escadarias medievais que levam à Catedral e outros recantos antigos, e onde o comércio realmente tem o potencial, se você só tem algumas horas pra conhecer a cidade, o Quai d ´Ouchy é o colírio que você precisa pra se lembrar de uma cidade acolhedora e uma das mais icônicas da Suíça. Neste local arborizado, emoldurado pelos Alpes em todo o seu esplendor, não existe visual mais harmonizado. E mesmo nos dias mais frios do inverno, quando a bruma encobre a maioria dos picos, já nevados, e às vezes nem dá pra enxergar a cidade francesa de Evian do outro lado do Lac Léman, ainda assim tem a sua mágica.

Aliás, falando em outro lado, há um ferry que percorre todo o lago, com paradas estratégicas em diversos lugares de interesse. Você pode embarcar num determinado cais, navegar por uma hora e saltar em outro local de sua preferência. E´ um programa muito procurado e dá para ter uma boa noção de toda a região. Nesta época do ano, há paisagens espetaculares, como os vinhedos, as cores mutantes do outono que está chegando e os picos encobertos pelos primeiros flocos de neve.

Paisagem bucólica à beira do Lac Léman
Passeio de pedalinho fazem sucesso















sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Txai Resort, Itacaré, Bahia

                                                                        

Paraíso dos surfistas e adeptos de atividades ao ar livre, Itacaré está na mira do ecoturismo



Habitada por índios Tupiniquins até a chegada dos europeus em 1530, Itacaré conheceu o apogeu graças ao cacau, mas com o declínio desta cultura caiu no esquecimento. Mas, como muitos lugares  idílicos do planeta, foi redescoberta há alguns anos atrás por hippies e surfistas, encantados com as suas praias de areia branca e belezas naturais. Hoje, o fluxo de visitantes é eclético.



Arvorismo, canoagem, off-road, passeios de mountain bike, hiking por trilhas na mata, banhos de cachoeira, tudo faz parte de uma extensa programação dirigida a quem estiver disposto a vivenciar emoções fortes. Sem contar com a possibilidade de fazer aulas de capoeira com um autêntico Mestre baiano. 

pôr-do-sol é um espetáculo à parte

Ou aprender a surfar, como tantos jovens que chegam do exterior para passar meses a fio em Itacaré, afim de se aclimatar com a cultura e curtir o esporte.  



Pequenas, extensas, cercadas por mata ou um denso coqueiral, com ondas fortes ou uma enseada de águas calmas – todos os atributos cabem para descrever as características das praias que delineiam a orla de Itacaré. 


Ondas perfeitas bem em frente ao Txai, numa praia praticamente deserta
De agosto a outubro, ainda existe a oportunidade de avistar as baleias Jubarte que transitam por esta faixa do litoral.  A maioria das praias é deserta, como a de Itacarezinho, considerada uma das mais exóticas da região. E’ nela também que se aninha um dos mais lindos e conceituados hotéis da Bahia, o Txai Resort, hoje membro da exclusiva cadeia Relais & Châteaux. O elegante resort se mescla com harmonia à natureza que o emoldura. Os bangalôs são tão aconchegantes que dá vontade de nunca sair deles, embora a praia esteja a poucos passos e muitas outras atrações também.



Além do charme de suas instalações, o Txai é o único no Brasil a oferecer aos seus hóspedes os rituais de saúde do Shamash Healing, que significa “medicina da floresta”. Ali, o lazer  ultrapassa os prazeres da boa mesa  e do toque suave dos lençóis de algodão egípcio: muito além disso, é um brinde à saúde espiritual e emocional de cada um.     

Suítes imensas com o máximo de luxo

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Anegada Beach Club, Anegada, Ilhas Virgens Britânicas, Caribe


Mesmo só tendo ancorado lá por um dia, e isso há vinte anos atrás, confesso que de todas as 60 ilhas que formam o bucólico arquipélago das Ilhas Virgens Britânicas , Anegada foi a única que nunca me fugiu  da memória. E´  a ilha com mais persona que já conheci.


Pensando bem, talvez seja devido ao seu nome esdrúxulo,  daqueles que, mesmo contra a sua vontade, fica quase impossível de esquecer. Não, claro que não é só o nome, cujo significado no idioma de Cervantes quer dizer "afundada". Faz jus: esta ilha de origem coralina está a apenas 10 metros acima do nível do mar,  ou seja, de longe Anegada fica praticamente imperceptível. 


E´ também a mais pitoresca, enraizada de tal modo em seu ritmo de vida e rotina do dia-a-dia que os seus 240 habitantes mal percebem que o mundo mar afora já gira em outra cadencia há décadas. Quanto ao arquivo de imagens  embaçadas pelo tempo, aquelas que surgem espontaneamente diante dos olhos quando a gente quer relembrar algum lugar excepcional, pois bem, elas retratavam uma ilha alinhavada por praias encantadoras  e muitas, muitas, muuuuitas  lagostas. Lagostas ?! Sim, Anegada é reputada pelos seus viveiros e conseguiu transformar o crustáceo em sua  marca registrada. Ou cria da casa, se preferir.


Então não foi por motivos toscos que fiquei extremamente animada quando surgiu a oportunidade de voltar a pisar naquela ilha por ocasião do II Festival da Lagosta, no comecinho de dezembro. 


Este evento, que se realizou pela primeira vez no final do ano 2013, foi criado com a intenção de angariar mais turistas para aquelas bandas, e promover Anegada como um nicho gastronômico, todavia bastante pontual. Só que transformar um modus vivendus  pacato num ambiente festivo de balada é o grande desafio dos mentores e organizadores locais deste festival. 

Símbolo de Anegada, a lagosta e um prato cheio!
E bota desafio nisso... E´ preciso salientar que Anegada sempre se manteve naturalmente segregada pelos corais que impedem ou pelo menos dificultam ao máximo o acesso. Consequentemente, acaba que ela fica fora da mira dos holofotes, limitando o número de visitantes a velejadores mais intrépidos que precisam ter destreza no timão. 


Basta dizer que no sudeste da ilha, numa extensão de 4 quilômetros conhecida como Horseshoe Reef, constam nada menos que 300 naufrágios. Entrar de barco, séculos após os pioneiros espanhóis, ainda exige cuidados extremos. Primeiro, o tempo tem que estar bom, com sol a pino, para que você possa enxergar o fundo do mar. O ideal é zarpar de North Sound, em Virgin Gorda, por volta das  8h 30 e seguir à risca a carta náutica.  Ao se aproximar de Anegada, certifique-se de estar entre  Pomato e Setting Point, além das boias vermelhas que identificam a entrada. E´ o único ponto de acesso livre dos corais. E não dispense o croque no final do processo de  manobra, para evitar arranhões na quilha.




Por outro lado, quem não está de barco fica dependendo da balsa que sai de Tortola de quando em quando, nem todos os dias e nem toda hora. Em certas ocasiões, o mar não está nem para peixe e muito menos para balsas. E como os aviõezinhos que decolam de Beef Island para fazer o trajeto de 15 minutos até Anegada costumam levar apenas cinco ou seis passageiros, já viu que não é tão óbvio chegar lá.

Nosso simpático piloto...

8 hs 45m, 2hs30m, 45 minutos, 12 minutos- em 4 aviões. Traduzindo em miúdos, esse é o tempo exato que demorei para voar do Brasil e aterrissar em Anegada. Maratona, sim,  mas vale o esforço. Ao desembarcar do bimotor da Viairlink, você se depara com um aeroporto do tamanho de uma casa de bonecas. A sensação é de ter sido transportado para um lugar completamente segregado do resto da civilização globalizada. 
Vista da varanda do quarto : confortável e acolhedor, o hotel tem luxo rústico

E, pasme ! a sensação não poderia ser mais acalentadora. Até mesmo reconfortante, mágica. E para quem tinha vagas lembranças visuais, foi como ajustar o foco da máquina fotográfica : bastou um olhar panorâmico no cenário e a jornada de 25 minutos na boleia do taxi-truck para conferir que nada ( ou quase nada) havia mudado desde 1994!!! 

...a praia deserta em frente ao hotel é um luxo só!

Durante o trajeto pela única estrada asfaltada que circunda a ilha, notei apenas a presença de mais algumas casitas de madeira, certamente para veranistas,  e sempre construídas naquele simpático estilo arquitetônico caribenho, com cores vivas e varandas aconchegantes. Pelo caminho, cruzamos com dois veículos, uma moto, uma vaca perambulando sem rumo e cinco cabritos. Só. E depois de sacolejar mais um bocado, finalmente chegamos ao Anegada Beach Club. Nosso hotel é um dos estabelecimentos mais confortáveis e promissores, ainda que básico. Os quartos todos têm ar, televisão, cama king size, muitos travesseiros e até amenidades L´Occitanne. A localização é divina:  vinte passos separam você de uma praia deserta quilométrica.

As praias são estreitas, de areia e praticamente desertas o ano inteiro.

 O Festival da Lagosta só começaria dois dias depois, o que significava tempo de sobra para explorar Anegada. No programa, visita ao santuário de flamingos rosas , uma  voltinha pelo Settlement, única vila e onde habitam quase todos os 250 moradores, e, claro, provar biritas típicas como o Pain Killer ( uma mistureba de rum, nós moscada, suco de laranja e suco de abacaxi), e o ceviche de conch - um molusco gigantesco que se espalha por todos os cantos e que se tornou uma iguaria típica.  Mas, com a temperatura acima dos 35 graus, o melhor mesmo seria tirar o máximo de proveito da dobradinha praia-e-sol. Para boas braçadas, a água do mar, tépida e transparente como gim, também seduz. Porém, mesmo com poucas ondas, é uma atração perigosa devido à forte correnteza.



 Os (poucos) turistas que circulam pela ilha, conhecendo praia após praia, se deslocam em vespas e os mais dispostos de bicicleta. Tudo, inclusive carros, se aluga perto do único ancoradouro em Setting Point. Espalhados por ali  você encontra também  o terminal de ferry,  e  as lojinhas de souvenirs, com as bugigangas de sempre: cangas, shorts, camisetas, bonés, bonecos e algum artesanato. Me surpreendeu encontrar charutos cubanos, e dos bons, porém caros: paguei U$ 10 por um Cohiba.


Se estiver naquela área, você pode tomar café, almoçar ou jantar no restaurante do hotel mais antigo da ilha, o Anegada Reef, cujas estrelas são devidas a localização privilegiada muito mais do que pelas suas acomodações, instalações ou serviços. Juntinho ao mar,  é um point ideal, de onde você pode observar o vai-e-vem de barcos, de gente, dos pescadores e a manipulação dos viveiros de lagostas. Um pier de madeira forma uma marina composta por um bar, uma sorveteria e uma loja de equipamentos de mergulho. Mais adiante, delineando o mar, você pode caminhar  numa nesguinha de areia bordada por dois ou três restaurantes, nos quais os pratos a base de lagosta são os mais alardeados.
O Anegada Reef, pioneiro na hospitalidade

Diante da vegetação rasteira que encobre tudo que não é arenoso - uma paisagem que não mudou em nada ao longo de duas décadas-  a pergunta é inevitável : porque ainda não se planta nada em Anegada? Certamente não é por falta d´água, pois me lembrei que além de um eficiente sistema de dessalinização, a ilha tem várias lagoas, açudes e poços de água doce. A resposta, dada pelo nosso simpático motorista de táxi-truck, é de que "plantar  dá muito trabalho" . Nada mais adequado para traduzir a índole fleumática dos ilhéus. 
Estradinha de terra em Anegada

 Alguns velejadores franceses, que se fartaram de tanto comer lagosta, também ficaram entusiasmados com o festival e mencionaram que um projeto semelhante poderia ser implantado em Cancale, uma região da Bretanha famosa pelas suas ostras. Quem sabe, Anegada, em sua genuína estrutura e personalidade selvagem marcante, acaba se tornando uma fonte de inspiração?


domingo, 4 de setembro de 2016

Insólito Boutique hotel &spa , Búzios, Rio de Janeiro


BÚZIOS off-season:  um oásis de tranqüilidade à beira-mar.


Muita gente tem saudades do tempo em que Búzios era apenas uma aldeia à beira-mar, emoldurada por casinhas coloridas alinhadas na orla das praias de areia branca. As poucas ruas existentes eram de terra batida, não tinha luz elétrica e quase não havia movimento nesta bucólica comunidade de pescadores. 
Rasa: antigamente todas as praias eram assim...
Localizada numa das penínsulas mais bonitas do litoral sul do Brasil, a apenas 190 quilômetros do Rio de Janeiro, o balneário permaneceu incógnito até  a década de 60, quando foi “descoberto” por Brigitte Bardot. 

A partir daí, a famosa atriz começou a espalhar aos quatro ventos os encantos de Búzios, atraindo a  curiosidade de estrangeiros e dos próprios brasileiros. E foi assim que este pacato lugarejo saiu do anonimato à fama internacional num piscar de olhos.



Durante a alta estação, que vai de dezembro a março, a vila fica irremediavelmente abarrotada de turistas oriundos dos quatro cantos do mundo. Imensos transatlânticos despejam diariamente seus visitantes na praia da Armação e na dos Ossos, há engarrafamentos por todos os lados e além disso é complicado estacionar. 



Vista sobre a praia da Ferradura desde o Insólito

Mas basta esperar o fim do verão para reviver Búzios à moda antiga. A partir do mês de abril até a véspera do Natal, o lugar  volta a ser um oásis de tranqüilidade ao mesmo tempo em que oferece uma agradável fusão entre o alto padrão de infra-estrutura turística com aquela deliciosa atmosfera do vilarejo de outrora. Os grandes transatlânticos já deletaram Búzios de sua rota, os veranistas desocuparam as praias deixando-as praticamente desertas, não há filas nos restaurantes e as pousadas oferecem pacotes muito interessantes. Além disso, há liquidações na maioria das butiques e lojas, e os serviços reduzem seus preços.
Detalhe de um cantinho aconchegante no Insólito

Até mesmo as pousadas amenizam as suas diárias com promoções e pacotes apetecedores. Ainda mais se você escolhe se hospedar num dos endereços tops de Búzios, como o sofisticado Insólito, régiamente construído sobre uma ponta rochosa com vista esplêndida sobre a praia da Ferradura, pra mim até hoje a mais serena de todo o balneário. O luxo existe em cada detalhe da pousada, o branco predomina, os ambientes são aconchegantes e garantem privacidade até nas áreas comuns. De bom gosto, refinado, de lá você só sai pra dar um mergulho no mar manso e aproveitar o momento também e caminhar uns dois quilômetros até o final da faixa de areia.
Vista parcial da praia da Ferradura

A baixa estação em Búzios também traz a vantagem das temperaturas amenas: por ter um micro-clima, mantém dias quentes durante o inverno, mesmo que à noite faça um friozinho gostoso, propício ao aconchego de um ambiente romântico, aos prazeres da boa mesa e à degustação de vinho em um dos inúmeros restaurantes, lounges e bares da cidade.  
       
Boa temperatura e menos gente caracterizam o inverno na região.